terça-feira, julho 21

Cândido de Maio explora a revolução da literatura através da poesia slam

A edição de maio de 2026 do Cândido, número 170, traz uma análise aprofundada sobre a poesia slam. Com a assinatura de Naomi Mateus e Thaís Castro, a matéria principal, intitulada “A potência da poesia falada”, explora as raízes das competições de poesia que surgiram na década de 1980, sua introdução no Brasil, o formato das batalhas, o panorama em Curitiba e a conexão desse movimento com a música e a literatura. Em uma seção especial, Isa Honório e Naomi Mateus oferecem sugestões musicais que dialogam com o universo do slam.

No destaque literário, Luiz Felipe Cunha conversa com Bethânia Pires Amaro, autora da obra “O Ninho”, ganhadora do prêmio Jabuti em 2024. A entrevista foca no processo criativo por trás de seu novo livro, “Ressalga”, que foi lançado no final de abril.

Outra reportagem interessante é “Entre lentes e memórias: o olhar feminino que movimenta a economia criativa do Paraná”, escrita por Vânia de Sales. Este texto aborda os eventos realizados no Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), destacando as trajetórias da cineasta Berenice Mendes e da fotógrafa Débora Ling.

Na área de Literatura, Flávia Péret apresenta uma crítica sobre o livro “Bebê tem fascinação por lâmpadas”, da autora Julia Raiz. Além disso, poemas inéditos de Rafaela Nogueira, incluindo “antes das quatro”, também fazem parte desta edição. A coluna Orelhas Marcadas, assinada por Carlitos Marinho, traz a primeira parte de uma narrativa sobre uma segunda-feira peculiar na noite curitibana, juntamente com os destaques feitos pelos leitores.

Para encerrar esta edição, o Cândido disponibiliza um ensaio fotográfico intitulado “movimento primitivo pós-moderno”, que captura momentos da cena do skate em Curitiba através das lentes dos fotógrafos Gabriel Franco “Peralta” e Mario Kreb. A capa deste mês é uma criação de Iuri de Sá.

Confira a edição completa AQUI.

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