quinta-feira, julho 16

Projeção do IBGE indica colheita de 347,4 milhões de toneladas para 2026

A previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a colheita de cereais, leguminosas e oleaginosas neste ano é de 347,4 milhões de toneladas.

Esse volume representa um aumento de 0,4% em relação à safra anterior, o que equivale a mais de 1,3 milhão de toneladas se comparado aos 346,1 milhões de toneladas colhidos em 2025. Os números foram revelados na última terça-feira (14).

O IBGE informou que a área total destinada à colheita será de 83,2 milhões de hectares, refletindo um crescimento de 1,6 milhão de hectares ou 1,9% em comparação com 2025. Contudo, se observado em relação ao mês anterior, houve uma diminuição na área a ser colhida de 60.985 hectares (-0,1%).

Os três principais produtos deste conjunto são o arroz, o milho e a soja, que juntos representam 92,8% da previsão total de produção e ocupam 87,4% da área destinada à colheita.

A produção estimada para a soja é de 174,8 milhões de toneladas. Para o milho, a previsão é de alcançar 136,5 milhões de toneladas, sendo 29,7 milhões referentes à primeira safra e 106,8 milhões à segunda safra.

No que diz respeito ao arroz (em casca), a estimativa é de que sejam colhidas 11,2 milhões de toneladas; para o trigo, espera-se uma produção de 6,6 milhões; o algodão herbáceo (em caroço) tem previsão de produção de 9,1 milhões; enquanto o sorgo deve atingir 5,6 milhões de toneladas.

Analisando as grandes regiões do Brasil, a distribuição da produção das culturas mencionadas é a seguinte: Centro-Oeste com 172,4 milhões de toneladas (49,6% do total); Sul com 92,4 milhões (26,5%); Sudeste com 30,8 milhões (8,9%); Nordeste com 29,8 milhões (8,6%) e Norte com 22,2 milhões (6,4%).

Pela análise das unidades federativas brasileiras, Mato Grosso se destaca como o maior produtor nacional de grãos com uma participação significativa de 31,3%. O Paraná ocupa o segundo lugar com 13,7%, seguido pelo Rio Grande do Sul com 10,7%, Goiás com 9,7%, Mato Grosso do Sul com 8,4% e Minas Gerais com uma participação de 5,5%. Esses estados juntos representam um total acumulado de 79,3% da produção.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *